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Como mensagens à amante desmascararam homem que tentou matar a mulher sabotando seu paraquedas
  Edson Paim,    Segunda, 25 de Junho de 2018 - 16:51



Como mensagens à amante desmascararam homem que tentou matar a mulher sabotando seu paraquedas


Emile Cilliers foi condenado neste mês no Reino Unido à prisão perpétua – com possibilidade de liberdade condicional depois de cumpridos 18 anos da pena – por tentar matar sua mulher. Três anos antes, o sargento das Forças Armadas britânicas havia sabotado o paraquedas de Victoria Cilliers na véspera de ela saltar.

Ela sobreviveu por um “milagre”. E ele acabou desmascarado por sua própria infidelidade.

Na tarde de 30 de março de 2015, enquanto Cilliers dirigia para casa depois do expediente, ele já sabia que seu plano de matar a esposa asfixiada pelo gás que deixara vazando na cozinha não havia funcionado.

Ele então sacou seu iPhone novo, que havia comprado com o dinheiro da mulher, e enviou-lhe uma mensagem de texto. A roda foi colocada em movimento mais uma vez – ninguém poderia sobreviver ao que ele havia planejado desta vez para dar cabo à vida da esposa.

Ele só não imaginava que, quando Victoria Cilliers despencasse no chão depois de uma falha aparentemente fatal em seu paraquedas, sua própria vida sofreria uma reviravolta.
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Emile Cilliers: Cilliers nasceu na África do Sul e se mudou para o Reino Unido no ano 2000

A primeira tentativa de Cilliers tinha sido na casa do casal. Ele tinha deixado tudo preparado: tinha aberto a válvula de gás da cozinha antes de sair para encontrar a amante – sua ex-mulher Carly -, com a segurança de que seu filho recém-nascido e sua esposa, exausta da rotina de cuidar de duas crianças, já estavam dormindo.

Quando seu encontro com Carly acabou, ele mandou uma ou duas mensagens para a namorada Stefanie, acessou um site bad word ô “por curtição” e dirigiu por 45 minutos para o quartel em Aldershot, a cerca de 60 km de Londres.

Na manhã seguinte, Victoria Cilliers acordou e foi à cozinha para buscar leite para um dos filhos.

Ela sentiu cheiro de gás.

Mandou mensagem para o marido, perguntando se ele havia mexido na válvula da cozinha, já que havia sangue ao redor dela.

“Está tentando se livrar de mim?”, ela brincou, sem fazer ideia de que era realmente isso que ele queria.

O casamento não era um mar de rosas, mas Victoria não tinha ciência da gravidade da situação.

Era uma mulher apaixonada. Ainda que suspeitasse da infidelidade do marido, ela nunca imaginaria que ele tentaria matá-la não apenas uma, mas duas vezes.

Mas Emile Cilliers estava acostumado a fazer as coisas do seu jeito.

Quando ele queria dinheiro, pegava emprestado somas vultosas da mulher, de colegas e de empresas de crédito consignado.

Quando queria sexo, procurava prostitutas, se envolvia em romances casuais. Tinha casos com a ex-mulher e uma namorada que vivia fora.

Quando queria tirar férias com a namorada, dizia à esposa que tinha uma viagem de trabalho.

Quando quis que Victoria saísse de sua vida, ele tentou matá-la.

Stefanie Goller e Carly Cilliers: Enquanto estava casado com Victoria, Cilliers mantinha um relacionamento com Stefanie Goller (esq.) e se encontrava com a ex-mulher Carly© Facebook/Twitter Enquanto estava casado com Victoria, Cilliers mantinha um relacionamento com Stefanie Goller (esq.) e se encontrava com a ex-mulher Carly

Sargento no Corpo de Treinamento Físico do Exército Britânico (RAPTC, na sigla em inglês), Cilliers com frequência se voluntariava para dar treinamento em campos no exterior.

Havia algum tempo ele pernoitava no quartel em Aldershot, depois de muito reclamar do trajeto de 45 minutos de sua casa em Amesbury, no condado de Wiltshire, ao trabalho.

Victoria achava que ele estava ficando cada vez mais frio e tinha medo de que ele a abandonasse e às crianças.

À medida que Cilliers, pai de seis filhos, ficava mais distante, Victoria ficava cada vez mais em cima do marido. Mandava mensagens e e-mails quando ele estava longe de casa dizendo que o amava e que sentia sua falta.

E aproveitava para falar sobre o medo que tinha de que ele tivesse se apaixonado por outra pessoa ou de que estivesse se envolvendo com alguém.

“Me sinto um fracasso como esposa”, ela escreveu em uma das mensagens.

Victoria Cilliers já tinha sido casada um vez, com um homem que também fora infiel© Facebook Victoria Cilliers já tinha sido casada um vez, com um homem que também fora infiel

Ela já tinha cicatrizes emocionais dos episódios de infidelidade do primeiro marido, uma vulnerabilidade que Cilliers se apressou em explorar. Ele colocava a culpa da insegurança da mulher em suas experiências anteriores e dizia que ela era muito “emotiva”.

Ao mesmo tempo, dizia a ela que precisava de tempo para pensar.

“Preciso decidir se quero ou não continuar neste casamento”, ele disparou, enquanto estava na Áustria esquiando com as Forças Armadas. “Talvez nós tenhamos casado depressa demais”.

Victoria, que na época estava prestes a dar à luz seu segundo filho, chorou tanto que pensou “ter machucado o bebê”.

Ela não tinha ideia de que ele já estava planejando uma vida com outra mulher.

Em paralelo, as dívidas de Cilliers estavam saindo do controle.

Ao longo dos sete anos em que eles estiveram casados, Victoria lhe havia dado mais de 19 mil libras (cerca de R$ 95 mil) porque achava que ele lhe devolveria o montante em prestações pequenas, mas regulares.

Às vezes ele pagava; às vezes, não.

Emile Cilliers: Cilliers trabalhava no Corpo de Treinamento Físico do Exército Britânico e ficava baseado em um quartel a 60 km de Londres© Facebook Cilliers trabalhava no Corpo de Treinamento Físico do Exército Britânico e ficava baseado em um quartel a 60 km de Londres

Preocupada com a ideia de que ela e o marido estavam se afastando, Victoria ficou animada quando recebeu uma mensagem dele sugerindo que eles pulassem de paraquedas juntos no fim de semana da Páscoa.

Afinal, ele não tinha se dado ao trabalho de escrever uma linha no Ano-Novo, enquanto estava fora, no que Victoria acreditava ser uma viagem de trabalho – e que era, na verdade, uma escapada romântica para Berlim com Stefanie.

Em casa, a mulher lidava com as implicações dos gastos desenfreados e os empréstimos do marido.

Um oficial de Justiça enviado em nome de uma empresa de crédito consignado havia estado na casa do casal. Sozinha, grávida e com um filho pequeno, ela se sentiu intimidada e com medo.

Por isso, decidiu enviar uma mensagem ao marido.

Ele replicou: “Por que você está preocupada? Eles não podem fazer nada.”

Cilliers tinha tomado uma série de empréstimos a taxas exorbitantes e vinha pedindo dinheiro a amigos com a promessa de que lhes pagaria de volta. Chegou a transferir três remessas de 2 mil libras da poupança de Victoria para sua conta própria sem que ela soubesse.

Quando ela se deu conta das transações, ele sugeriu que a conta da esposa havia sido hackeada. Após investigar a suposta fraude, o banco descobriu que o endereço do IP era do computador da família.

Apesar das turbulências, naquele dia antes da Páscoa de 2015, quando Cilliers sugeriu que eles pulassem de paraquedas, Victoria ficou feliz que ele quisesse não apenas fazer algo divertido, mas fazê-lo com ela.

Eles foram para o campo de pouso de Netheravon em um sábado, mas o tempo ruim impediu que eles pulassem.

Cilliers já tinha selecionado um paraquedas para a esposa e, antes que eles voltassem para casa, ele o guardou em um armário do aeródromo em vez de devolvê-lo à loja.

Ele disse que faria isso para poupar tempo na manhã seguinte.

Ela ficou inquieta. Nunca ficaria com algo que não lhe pertence – ainda que por pouco tempo -, mas acabou concordando. Era melhor relevar coisas sem importância, ela pensou, especialmente quando eles estavam se entendendo melhor.

Na verdade, o marido havia levado o equipamento rapidamente para o banheiro e sabotado os dois paraquedas. Ele havia torcido as linhas do paraquedas principal e removido partes do reserva. O material precisava ficar guardado no armário para evitar que outra pessoas fosse sua vítima.

Victoria voltou ao campo de pouso no sábado de Páscoa. Desta vez, o marido não estava com ela. Como, mais uma vez, fazia mau tempo, ela chegou a mandar mensagem dizendo estar tentada a voltar para casa para comer chocolate. Ele a convenceu a permacener até que as condições do tempo melhorassem.

De repente, ele a colocava em primeiro lugar. Ele estava cuidando das crianças enquanto ela voltava a praticar o hobby que “era sua vida” antes de casar e ter filhos.

Ela então colocou o equipamento e embarcou no avião que a elevaria a 1,2 mil metros de altitude.

Testemunhas disseram no tribunal que ela estava animada por voltar a saltar. Era a última da fila.

Victoria passou pela porta da aeronave, sentiu o vento no rosto por cerca de três segundos e puxou a cordinha do paraquedas.

Imediatamente ela percebeu que alguma coisa estava errada.

“Tinha algo estranho, os fios estava todos retorcidos. Eu estava girando no ar.”

Victoria já tinha saltado 2,5 mil vezes. Ela sabia o que fazer: cortar o paraquedas principal e acionar o reserva. Não funcionou.

Essa é a última coisa de que ela lembra antes de cair.

A equipe em terra assistiu em choque Victoria girar até tocar o chão. Ela parecia uma “boneca de pano” arremessada no ar.

Eles tinham tanta certeza de que ela tinha morrido que levaram um saco para recolher o corpo.

Ela ter sobrevivido foi um “milagre”, que aconteceu provavelmente por ela ter baixa estatura e por ter pousado sobre um campo macio, recém-arado.

Victoria fraturou a coluna, quebrou a bacia e algumas costelas e sofreu uma série de lesões internas.

Não é comum que o paraquedas principal falhe, e praticamente impossível que o reserva também não funcione. Não há registro de nenhum caso remotamente parecido com o de Victoria, disseram especialistas no julgamento de Cilliers.

A Associação Britânica de Paraquedas periciou o material e concluiu que ele foi deliberadamente sabotado.

Aparentemente, alguém queria que Victoria morresse. A investigação passou então para a polícia.

O curioso é que foram as traições de Cilliers que ajudaram as autoridades a resolver o caso.

Registros telefônicos e do computador do sargento foram interceptados pela polícia e as mensagens que ele enviava à namorada, Stefanie Goller, foram encontradas. Em uma delas, ele dizia que queria casar. Eles tinham planejado férias juntos e estavam procurando por casas na internet.

Os detalhes de seus esquemas financeiros também vieram à tona, o fato de que ele tomava um empréstimo atrás do outro.

Achava que, se livrando de Victoria, resolveria os dois problemas.

Descrito pela acusação durante o julgamento como “um mentiroso patológico desprovido de empatia”, Cilliers esperava receber uma soma vultuosa do seguro de vida feito pela mulher.

Ciente da “incontinência financeira” do marido, entretanto, Victoria havia mudado o testamento para que seu patrimônio fosse destinado apenas aos filhos.

Emile Cilliers: Em suas escapadas, Cilliers dizia à esposa que estava viajando a trabalho© Facebook Em suas escapadas, Cilliers dizia à esposa que estava viajando a trabalho

Depois do salto de paraquedas, Victoria, que hoje tem 41 anos, estava na unidade de tratamento intensivo quando o marido apareceu no quarto do hospital. Ele parecia mais preocupado em coletar a assinatura dos médicos nos formulários de indenização do plano de saúde do que em se certificar de que a esposa estava se recuperando.

“Ele nem mesmo disse que me amava”, ela desabafou à polícia. “Estava lá contabilizando minhas fraturas. Cada uma delas vale mil libras.”

Cilliers mandava mensagens para Stefanie ao lado da cama de Victoria.

No primeiro depoimento à polícia, o sargento chegou a chorar, emocionado pelas possíveis complicações que o caso poderia trazer ao relacionamento com o “amor de sua vida”, Stefanie, temendo que eles rompessem.

Já no segundo, ela era “apenas um caso”. No terceiro depoimento, quando os agentes perguntaram-lhe sobre as lágrimas no primeiro dia, ele disse que as tinha derramado por Victoria, com quem estava preocupado. Os policiais lembraram-lhe que ele tinha falado o nome de outra mulher.

Quando o caso chegou aos tribunais, ele disse que estava apenas iludindo Stefanie.

Emile Cilliers com a mãe, Zaan, e o pai, Stoltz: Cilliers com os pais, Zaan e Stolz, que vivem na África do Sul© Facebook Cilliers com os pais, Zaan e Stolz, que vivem na África do Sul

Emile Cilliers crescera na África do Sul com os pais e um irmão e uma irmã mais velhos.

Ele fez carreira na empresa de construção do pai, onde chegou ao cargo de supervisor, e se mudou para o Reino Unido em 2000, deixando dois filhos pequenos com a mãe – sua ex-mulher Nicolene.

Trabalhava em um bar em Oxford quando conheceu uma mulher chamada Carly Taylor, com quem se casou.

O casal se separou depois de alguns anos, mas continuou sendo mais que amigos. Ela vivia a cinco minutos da casa que Cilliers dividia com Victoria.

Mulher, namorada e ex-esposa, contudo, não eram o suficiente. Cilliers também procurava sexo casual e se encontrava com prostitutas.

Dias depois do nascimento do filho que teve com Victoria, ele entrou em contato com um caso antigo e chegou a planejar um encontro no fim de semana.

“Eu sou um homem muito sexual”, disse ele ao júri.

Emile Cilliers sempre tinha tido dificuldade de diferenciar “querer” de “precisar”.

Apesar das dívidas, ele torrava dinheiro com equipamentos de esqui, tacos de golfe e eletrônicos.

Depois de ser preso por tentativa de homicídio, ele chegou a receber uma espécie de indenização do seguro para cobrir seus gastos básicos, já que estava vivendo em um pequeno cômodo no quartel e as condições para que ele tivesse acesso a fiança impediam que ele voltasse para casa.

O sargento gastou tudo em jogos de computador, um PlayStation e um iPhone.

Durante o julgamento, disse ao júri que “precisava” de sexo com outras mulheres.

Esse foi o motivo que ele deu para o encontro com Stefanie quando estava na Áustria com as Forças Armadas em 2014.

Ele a conheceu em um aplicativo de paquera. Quando eles se encontraram pela primeira vez, para jantar, Cilliers disse a ela que estava separado de Victoria, que estaria esperando “um filho de outro homem”.

Ele insistiu na mentira mesmo depois que a criança nasceu, alegando estar de posse de um teste de DNA que provava que ele não era o pai e disparando nomes de pessoas com quem Victoria poderia ter tido um caso.

“Eu o segurei (o bebê) e não senti nenhuma conexão”, disse ele a Stefanie.

O discurso no tribunal foi no sentido oposto: ele afirmou ter sido “inundado imediatamente por amor” e “se conectado de cara” com o recém-nascido.

Cilliers levou a namorada a restaurantes caros e a viagens à República Tcheca e à Alemanha. Ela não sabia na época que ele não tinha a menor condição de arcar com as extravagâncias, bancadas pela mulher.

O sargento disse a Stefanie que estaria “totalmente livre” a partir de abril – ao júri, ele disse que se referia à data limite que tinha se colocado para se separar de Victoria. O fato de que o “acidente” com o paraquedas tinha acontecido em abril era “mera coincidência”, ressaltou.

A namorada chegou a ficar com ele no quartel em Aldershot e tomou café da manhã na companhia dos soldados, que presumiam que Cilliers e Victoria estavam separados.

No tribunal, o homem de 38 anos manteve uma atitude confiante. Com postura e tom de voz próprios dos militares, no banco dos réus ele falou sobre seu apreço pelo críquete.

Investiu no visual. Usava não apenas um terno, mas um colete, um cinto chamativo, um prendedor dourado na gravata e abotoaduras brilhantes.

De acordo com o advogado de acusação, Michael Bowes, muito do comportamento de Cilliers foi premeditado, e não genuíno.

Elizabeth Marsh, advogada de defesa do sargento, disse ao júri durante sua argumentação que ele “não havia mudado de nenhuma forma” depois do que aconteceu com Victoria. “Ele não agia como alguém que se sente culpado”, ela disse, na crença de que isso poderia contar a favor de seu cliente.

Quando confrontado com as evidências, Cilliers não perdia a cabeça. Sem subir o tom, ele respondia aos interrogadores com frases do tipo: “Essa é a sua percepção” e “Não é meu papel provar isso”.

Phyllida Wilson, pesquisadora de psicopatia que assistia ao julgamento da galeria destinada ao público, disse que Cilliers mostrava “todos os sinais” de um psicopata.

“O interesse pelos esportes de risco, a ausência de remorso (pela infidelidade), o descontrole financeiro e a inabilidade de estabelecer empatia estão todos na lista de comportamentos psicopatas”, ela afirmou.

“O gás e o paraquedas não funcionaram, mas ele teria tentado outra alternativa até que conseguisse o que queria.”

O juiz Nigel Sweeney e o advogado de acusação, Michael Bowes, no campo de pouso onde Victoria caiu com o paraquedas© PA O juiz Nigel Sweeney e o advogado de acusação, Michael Bowes, no campo de pouso onde Victoria caiu com o paraquedas

Bowes, advogado de acusação, também chamou atenção para a indiferença mostrada pelo sargento: “Ele mandou mensagens à amante ao lado da cama de hospital da esposa – que estava seriamente machucada -, dizendo coisas como: ‘Não consigo imaginar nada parecido acontecendo com você. Só consigo pensar em você’.”

A defesa de Cilliers foi simples: ele sustentou até o final que não havia tentado matar a esposa.

Se o paraquedas tinha sido sabotado, não havia sido ele. Se a saída de gás da cozinha tinha sido deliberadamente aberta, não seria ele o culpado.

Quando a acusação afirmou que a única versão alternativa seria a de que um “estranho qualquer” teria invadido a casa para mexer na saída de gás e, depois, teria adulterado o paraquedas, ele afirmou que isso era o que provavelmente teria acontecido.


 Fonte:http://planews.com.br/sabotando-paraquedas/como-mensagens-a-amante-desmascararam-homem-que-tentou-matar-a-mulher-sabotando-seu-paraquedas/

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